TRE-MT: Gestão sustentável garantiu aumento da produtividade com respeito à preservação dos recursos naturais

O consumo de recursos naturais sem prejuízo da qualidade e quantidade dos serviços prestados à sociedade.

Aumentar a produtividade jurisdicional, administrativa e da prestação de serviços com harmonia e respeito à manutenção e preservação dos recursos naturais. Esse foi um dos principais focos da Justiça Eleitoral de Mato Grosso nos últimos dois anos, ou seja, promover uma Gestão Sustentável. Nesse sentido, foram empreendidas diversas ações voltadas a diminuir o consumo de recursos naturais sem prejuízo da qualidade e quantidade dos serviços prestados à sociedade.

 

Veja as principais ações:

 

No dia 5 de junho de 2019 foi aprovado o Plano de Logística Sustentável com o objetivo de consolidar, organizar e aprimorar as boas práticas de sustentabilidade; fomentar o aprimoramento dos processos de contratações e aquisições, de forma a tornar possível o desenvolvimento de especificações pautadas por critérios de sustentabilidade; possibilitar o uso eficiente de insumos e materiais; viabilizar a gestão eficiente de água, energia elétrica, telefonia, papel, combustível, transporte e resíduos; e elevar a qualidade de vida no trabalho.

 

O PLS trouxe regulamentações e ações para a Gestão de resíduos e desfazimento, Leiaute de ambientes e obras, Limpeza, Vigilância, Veículos e combustíveis, Qualidade de vida no ambiente de trabalho, Capacitação de servidores em educação socioambiental e Contratações sustentáveis.

 

Entre as ações previstas no PLS e que foram executadas está a redução no consumo de papel e suprimentos de impressão. Para esse fim, todas as impressoras do órgão foram configuradas para imprimir em ambos os lados da folha do papel; as comunicações eletrônicas, ou seja, e-mails, passaram a ter o mesmo valor institucional/oficial que os documentos impressos; e a quantidade de impressões e o consumo de papel nos setores passaram a ser monitorados.

 

Outra ação que contribuiu decisivamente para a redução do consumo de papel foi a adoção do Processo Judicial eletrônico (PJe) pelas 57 zonas eleitorais, alcançando assim as duas instâncias da Justiça Eleitoral de Mato Grosso.

 

Para diminuir o uso de copos descartáveis, foi realizada campanha interna para incentivar os servidores a usarem copos de vidro, xícaras de louça ou outros utensílios reaproveitáveis. Ainda foi instalado bebedouros em pontos estratégicos da Instituição.

 

No dia 5 de março de 2020, a Justiça Eleitoral de Mato Grosso inaugurou a maior usina fotovoltaica pública de Mato Grosso, com 3.760 painéis solares. Uma usina foi instalada nas dependências da Sede do Tribunal e outras 8 microusinas foram montadas em zonas eleitorais situadas no interior de Mato Grosso. A implementação da Usina não refletiu, apenas, na redução de gastos públicos com energia, que passou de R$ 1,6 milhões para R$ 400 mil ao ano, mas também na preservação do meio ambiente. As usinas resultaram no ganho anual de 924 créditos de carbono, o salvamento de 82,5 hectares de árvores, além da não emissão de gases poluentes e nocivos à atmosfera, como o dióxido de carbono, óxido de nitrogênio e dióxido de enxofre.

 

Mais do que gerar a própria energia, o TRE buscou diminuir o consumo energético. Lâmpadas fluorescentes do órgão foram substituídas por iluminação LED e foram implantados sistemas automatizados para que todos os computadores sejam desligados automaticamente ao final do expediente. As aquisições passaram a ser precedidas de análise técnica de sua eficiência energética.

 

Na área de capacitação sobre o tema, os servidores da Justiça Eleitoral participaram do Curso de Gestão de Resíduos. Eles aprenderam as etapas da gestão de resíduos, diferenças entre resíduos e rejeitos, suas origens, características e classificação de periculosidade, técnicas de reciclagem, coleta seletiva com respectivos impedimentos, e modelos de acondicionamento. Por fim, debateram como implementar a gestão dos resíduos sólidos no Tribunal.

 

Ainda na área de capacitação, o TRE promoveu a palestra “Não é Lixo”. A palestrante, Maria Aparecida do Nascimento, a ‘Cidinha’, contou um pouco de sua vivência pessoal, dificuldades e superações enfrentadas pelos catadores e pessoas que atuam na reciclagem de materiais e ensinou como realizar a separação de materiais para a coletiva seletiva. Neste evento, a sociedade foi convidada a participar.

 

Para envolver os servidores no processo, a administração os convidou para plantar árvores frutíferas no Tribunal. A ação foi denominada RenovAR.

 

Por fim, o TRE marcou presença no 1º Encontro Ibero-Americano da Agenda 2030 no Poder Judiciário. A Agenda é um compromisso assumido por líderes de 193 Países, inclusive o Brasil, e coordenada pelas Nações Unidas, por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Na ocasião, líderes discutiram a institucionalização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 nos Poderes Judiciários.

 

Jornalista: Andréa Martins Oliveira ​

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