Corregedores eleitorais irão propor ao TSE medidas para beneficiar o eleitor e facilitar a extração de dados processuais do PJe

As medidas estão previstas na “Carta de Bento Gonçalves”, produzida durante o XLVI Encontro do Colégio de Corregedores da Justiça Eleitoral

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Os corregedores eleitorais de todo o país irão propor ao Tribunal Superior Eleitoral duas medidas que irão facilitar ao eleitor o acesso aos serviços prestados pela Justiça Eleitoral e uma outra medida voltada a extração de dados estatísticos do Processo Judicial Eletrônico (PJe). Essas demandas estão previstas na “Carta de Bento Gonçalves”, produzida durante o XLVI Encontro do Colégio de Corregedores da Justiça Eleitoral.

 

Uma das sugestões apresentadas pelos corregedores é a alteração do processo eletrônico de votação de forma a permitir que a identificação do eleitor ocorra concomitantemente à votação daquele que o antecede ou, a realização de apenas duas tentativas de identificação biométrica do eleitor na hora da votação e se não der certo, que o mesário libere a votação com o registro da data de nascimento.

 

Ainda visando facilitar ao eleitor o acesso aos serviços prestados pela Justiça Eleitoral, os corregedores firmaram o compromisso de solicitar ao TSE, a viabilização da impressão da segunda via do título eleitoral por meio da Internet ou da ferramenta e-Título.

 

“A Corregedoria Eleitoral é responsável pela promoção da excelência na prestação de serviços eleitorais e nós, enquanto corregedores, precisamos buscar meios para o alcance e manutenção dessa missão. E é nesse sentido que buscaremos, junto ao TSE, a implementação de medidas que facilitam ao cidadão/eleitor o acesso a segunda via do seu título eleitoral, bem como torne o processo eletrônico de votação mais dinâmico, com consequente redução no tempo de espera”, ressaltou o corregedor regional eleitoral de Mato Grosso, desembargador Sebastião Barbosa Farias.

 

Por fim, os corregedores irão propor a Corte Superior da Justiça Eleitoral que envide esforços na busca de soluções para extração de dados estatísticos do PJe. “Esses dados serão fornecidos ao Conselho Nacional de Justiça, além de ser útil para direcionamentos internos”, explicou o coordenador jurídico da CRE/MT, Carlos Luanga.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira 

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